sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Nova Iorque e suas infinitas possibilidades.

Essa semana recebi um livro que comprei a um tempinho via internet. Não tenho muito o hábito de comprar livros assim porque como qualquer arquiteta que se preze eu preciso ver, tocar e sentir o que eles têm para me oferecer antes de exibi-los em alguma prateleira ou mesa na minha casa. Como ele já tinha me sido apresentado em outra ocasião e o preço me pareceu realmente atraente, comprei.

Trata-se de um livro bastante curioso, sobre decorações de residências em Nova Iorque e arredores. Ocorre que boa parte dos exemplos apresentados ali são um tanto quanto excêntricos, ou, no mínimo, diferentes do que vemos por aí. O interessante dele é justamente isso, mostrar aos leitores tudo que uma cidade tão cosmopolita tem pra nos oferecer. Eu me considero bastante suspeita pra falar sobre qualquer coisa de Nova Iorque, simplesmente porque para mim ela é, e sempre será, o centro do mundo! Quem também conhece tenho certeza que sabe bem do que estou falando. Meu ponto de vista aqui não está relacionado diretamente à arquitetura, muito pelo contrário, pois acho que neste sentido temos exemplos bem mais relevantes nesse mundo afora. Falo de vivacidade, energia, intensidade. É muito mais um sentimento do que algo físico propriamente dito.

É impressionante como as pessoas que vivem lá parecem que já nasceram preparados para essa mistura de gostos, estilos, causas e tantas outras coisas que vemos. É a atitude que os define. Democraticamente falando, nada é espantoso, tudo é muito natural, ninguém olha enviesado, tá tudo certo, cada um na sua do seu jeito e todo mundo misturado. Bom isso né?!!


Acredito que o espírito que estas pessoas carregam por lá reflete diretamente nas residências onde elas habitam. É uma miscelânea maravilhosa de ideias, para agradar qualquer gosto, além de possibilitar uma infinidade de sensações. Eles conseguem transformar quase qualquer coisa numa residência, por mais difícil ou bizarra que seja esta tarefa.
Prova disso foi a revitalização de uma área condenada à demolição, totalmente industrial com grandes galpões e armazéns, transformados por meio de uma espécie de "renascimento orgânico" por volta dos anos 70, no maior pólo artístico da cidade, com ateliers de designers renomados - e revolucionários - , lojas conceito, bares e restaurantes reconhecidos mundialmente. Este bairro é hoje o que conhecemos como SoHo.













Nova Iorque vai sempre ocupar um lugar bem especial no meu coração. Por todas estas manifestações super descontraídas que possui, em todos os aspectos.
E que bom seria se a gente pudesse usar, por mais ousadas que pareçam, pelo menos um pouquinho dessas referencias por aqui não acham? Eu acho!

Bjocas, Ju ;)



Fonte das imagens:
http://www.humansofnewyork.com
http://nymag.com/thecut
http://www.vogue.com
http://www.taschen.com














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