Essa semana recebi um livro que
comprei a um tempinho via internet. Não tenho muito o hábito de comprar livros assim
porque como qualquer arquiteta que se preze eu preciso ver, tocar e sentir o
que eles têm para me oferecer antes de exibi-los em alguma prateleira ou mesa
na minha casa. Como ele já tinha me sido apresentado em outra ocasião e o preço
me pareceu realmente atraente, comprei.
Trata-se de um livro bastante
curioso, sobre decorações de residências em Nova Iorque e arredores. Ocorre que
boa parte dos exemplos apresentados ali são um tanto quanto excêntricos, ou, no
mínimo, diferentes do que vemos por aí. O interessante dele é justamente isso,
mostrar aos leitores tudo que uma cidade tão cosmopolita tem pra nos oferecer.
Eu me considero bastante suspeita pra falar sobre qualquer coisa de Nova
Iorque, simplesmente porque para mim ela é, e sempre será, o centro do mundo!
Quem também conhece tenho certeza que sabe bem do que estou falando. Meu ponto
de vista aqui não está relacionado diretamente à arquitetura, muito pelo
contrário, pois acho que neste sentido temos exemplos bem mais relevantes nesse
mundo afora. Falo de vivacidade, energia, intensidade. É muito mais um
sentimento do que algo físico propriamente dito.
É impressionante como as pessoas que
vivem lá parecem que já nasceram preparados para essa mistura de gostos,
estilos, causas e tantas outras coisas que vemos. É a atitude que os define. Democraticamente falando,
nada é espantoso, tudo é muito natural, ninguém olha enviesado, tá tudo certo,
cada um na sua do seu jeito e todo mundo misturado. Bom isso né?!!
Acredito
que o espírito que estas pessoas carregam por lá reflete diretamente nas residências
onde elas habitam. É uma miscelânea maravilhosa de ideias, para agradar qualquer
gosto, além de possibilitar uma infinidade de sensações. Eles conseguem
transformar quase qualquer coisa numa residência, por mais difícil ou
bizarra que seja esta tarefa.
Prova disso foi a revitalização de uma área condenada à demolição, totalmente industrial com grandes galpões e armazéns, transformados por meio de uma espécie de "renascimento orgânico" por volta dos anos 70, no maior pólo artístico da cidade, com ateliers de designers renomados - e revolucionários - , lojas conceito, bares e restaurantes reconhecidos mundialmente. Este bairro é hoje o que conhecemos como SoHo.
Nova Iorque vai sempre ocupar um lugar bem especial no meu coração. Por todas estas manifestações super descontraídas que possui, em todos os aspectos.
E que bom seria se a gente pudesse usar, por mais ousadas que pareçam, pelo menos um pouquinho dessas referencias por aqui não acham? Eu acho!
Bjocas, Ju ;)
Fonte das imagens:
http://www.humansofnewyork.com
http://nymag.com/thecut
http://www.vogue.com
http://www.taschen.com
E que bom seria se a gente pudesse usar, por mais ousadas que pareçam, pelo menos um pouquinho dessas referencias por aqui não acham? Eu acho!
Bjocas, Ju ;)
Fonte das imagens:
http://www.humansofnewyork.com
http://nymag.com/thecut
http://www.vogue.com
http://www.taschen.com















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